Ana vive para cuidar da filha
Em Atibaia, Ana dedica seus dias aos cuidados de Gabriela, que enfrenta epidermólise bolhosa distrófica e não anda.
A mãe conta que não consegue trabalhar. Sua rotina é estar ao lado da filha e tentar aliviar o que ela enfrenta.
Eu tento ser o mais forte possível pra eu poder cuidar da minha filha. Fácil não é, porque a luta é grande.
A dor não espera o dia amanhecer
Ana relata crises de dor durante o dia e à noite. Há momentos em que nem pegar a filha no colo é possível, por causa dos ferimentos.
As bolhas e as ataduras exigem atenção constante. Quando o curativo gruda, é preciso retirar e fazer novamente.
Às vezes, a troca precisa acontecer duas vezes no mesmo dia.
A melhora precisa continuar em casa
No hospital, Gabriela recebe medicamentos, troca as ataduras e apresenta alguma melhora.
Mas, segundo o relato da família, voltar para casa também significa enfrentar a falta de recursos para manter o tratamento.
Ana diz que o custo dos cuidados passa de R$ 40 mil. A ajuda que recebe do governo não é suficiente.
Sua ajuda mantém os cuidados de cada dia
A família pede apoio para que os materiais e os cuidados não faltem quando Gabriela está em casa.
Manter os curativos e o tratamento é a necessidade que Ana traz neste pedido.
Eu conto com a ajuda de cada um de vocês, não importa o valor. E ajude a salvar a minha filha.